Escrever é, sem dúvida, uma válvula de escape. Escrever é literalmente libertador. Confesso que parei de escrever por um bom tempo porque minhas palavras sempre foram destorcidas e incomodavam pelas verdades escondidas.
Hoje sem motivo algum e com toda a ironia que permanece em mim eu resolvi escrever.
Continuo a observar. As pessoas mudam , progridem, regridem e te cobram. Cobram um equilíbrio que nem elas mesmas tem! Vamos lá...
Odeio gente submissa a vida. Aquela pessoa que não sente nada profundamente. Não grita, não entope o nariz de raiva. Não entendo. Gente que precisa muito afirmar que é feliz demais, para mim, não serve, não presta, não quer dizer simplesmente nada.
Por que estou escrevendo isso? Porque não posso falar. As pessoas não gostam de ouvir o que elas merecem, mas ainda bem que o tempo se encarrega de derrubar tudo o que não é sólido o suficiente. Sentimentos de fachada, sorrisos forçados...Pois é, eu sempre soube, eu sempre disse...Mas as pessoas não gostam de ouvir o que elas merecem.
A minha felicidade é poder escolher quem eu quero perto de mim, felicidade não é conta bancária, não é querer ter e esquecer de ser. E hoje todos enxergam o que eu sempre vi...
Eu? Eu sou de verdade e não escondo o tamanho de tudo isso. Embaixo daquele tapete tem muita sujeira mas quando as pessoas entram tudo está sempre limpo e cheiroso.
E a vida segue nos mostrando quem realmente vale a pena sentar no nosso sofá.
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